Entre os povos que a criaram, a tatuagem era, e ainda é, parte da cultura dos ritos de passagem e das diferenças entre tribos e classes sociais. Não se tem uma origem ou um local ao certo em que se começou a tingir a pele por meio da injeção de tinta. Isso porque a tatuagem surgiu em diversas partes do mundo ao mesmo tempo e com diversos propósitos diferentes ao longo da sua história.
Boa parte do preconceito contra tatuagem provém da cultura cristã e também uma grande questão social que embutia ainda mais preconceito contra os desenhos feitos na pele.
Ao longo do tempo, as tatuagens começaram a perder um pouco do preconceito que elas traziam consigo. Muita gente associava esse tipo de arte a coisas horríveis, eram pensamentos retrógrados que, ainda bem, estão cada vez menores.
Se hoje os estúdios de tatuagem se multiplicam devido a jovens e adultos que aderem à tatuagem como forma de expressão e homenagem, há também um grande preconceito profissional contra a tatuagem, principalmente nas profissões mais tradicionais, como médico, engenheiros e advogados.
A tatuagem não é mais demonizada pela população como antigamente, e isso deve à adesão de pessoas famosas que são adoradas pelo público, e que a cada dia vem ostensivamente aparecendo na mídia mostrando sem pudor as tatuagens.
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